Junta de Freguesia de São Pedro  
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Boletim Informativo

Nº 9 - Setembro 2006

Francisco Guedes
Director
Francisco José Guedes

EDITORIAL


É certo que a nossa freguesia beneficia de condições morfológicas ímpares que lhe permitem gozar do estatuto da maior Freguesia dos Açores em demografia. O seu desenvolvimento social e económico verificado nestes últimos cinco anos não tem precedentes. Mercê de uma condição natural de porta de passagem no principal eixo viário de todas os destinos da nossa Ilha, por um lado, e de possuir uma faixa litoral privilegiada na entrada da cidade por outro, fazem dela um lugar de eleição para o aumento demográfico mas sobretudo para o seu desenvolvimento económico. Com efeito, São Pedro possui já a maior concentração hoteleira dos Açores contando actualmente com 1730 camas, perspectivando-se o breve aumento de mais de cerca de 1000 camas. Congrega nas sua área territorial a representação de quase todas as marcas de automóveis comercializados na Região, uma indústria de restauração de cerca de oito restaurantes de qualidade superior, para já não falar na indústria da prestação de serviços onde detém dois Cash and Carry e um hipermercado, e tudo isto numa área de apenas 2,81Km2. Mas é no sector da habitação onde nestes últimos cinco anos se verificou um autentico “bom”,mercê sobretudo da abertura de novas artérias e da infraestruturação de zonas ainda desocupadas com condições de habitabilidade únicas, dando-se como exemplo o prolongamento da Av. D.João III, a abertura do Pico do Funcho a norte da magnífica fonte luminosa e, mais recentemente, o complexo habitacional da Levada que agora se estende para sul numa tentativa de se aproximar da cidade. São Pedro é isto mesmo, um fenómeno de desenvolvimento que esperamos agora ver complementado a breve trecho por uma rede viária interna totalmente recuperada que lhe dará ainda mais dignidade e bem estar social. Já o foi no passado bem longínquo, onde reza a história que foi dos primeiros locais de Ponta Delgada a ser povoado pela sua apetecível enseada e bom acesso ao mar. Agora, é preciso que estejamos todos atentos ao seu desenvolvimento sustentado e equilibrado, por forma a não perdermos harmonia que deve existir entre a expansão habitacional os espaço natural. E não se pense que esta função é específica de quem governa, seja ele o Poder Local, Regional ou Nacional, bem pelo contrário, é ao cidadão comum que compete fazer ver em primeira mão a agressão do seu meio ambiente. São Pedro está cercada por montes e mar, numa expansão única que transmite a força da nossa terra, mas resistente ao poder da natureza que a bafejou, confrontando-se agora com desafios que a conduzirão a grandezas maiores. Compete-nos a todos nós, e que ninguém fique de fora,contribuir para que este desenvolvimento orgulhe as gerações vindouras.

Francisco Guedes (Presidente da Junta)

OPINIÃO - 30 ANOS DE PODER LOCAL


 Festejam-se este ano os trinta (30) anos do Poder Local. Com efeito,logo após o restabelecimento da democracia no nosso país, que outro melhor incremento se poderia dar ao desenvolvimento territorial das populações senão através da verdadeira ascensão do Poder Local. No Portugal democrático pós 25 de Abril, nenhum outro marco histórico regista tal importância senão o estabelecimento do Poder Local Democrático. Em primeira mão, ele rompeu com um sistema de cariz meramente administrativo, ditatorial, demasiado servilista dos interesses centrais, que outra coisa não visava senão funcionar como extensão desses mesmos interesses. Em segundo plano, não menos importante, deuse a implantação de um sistema de gestão autárquica, assente na representatividade democrática e participativa das populações, na defesa da sua própria autonomia. A partir daí nada ficou como dantes. Deu-se a mobilização natural das populações, na gestão local dos seus mais directos e legítimos interesses. Portugal, logo após o estabelecimento da sua própria constituição de 1976, nunca tinha ganho tamanho impulso na gestão territorial, que marcaria para sempre a história da sua democracia e mudança social. Portugal desenvolveu-se ao nível local é certo, mas este percurso de trinta anos não foi fácil. Esta dinâmica transformadora e empreendedora no processo da construção da própria democracia, não foi bem compreen-dido nem devidamente considerado pelo poder central. Passados que são 30 anos, e apesar da riquíssima experiência e os resultados obtidos com o exercício do Poder Local, infelizmente há ainda quem se recuse a ver reconhecidos os benefícios deste Poder e tente adiar a tão necessária descentralização de competências das autarquias locais, que se traduziria certamente em mais e melhores condições de habitabilidade das populações. Porquê tamanha resistência a um processo de desenvolvimento supra local e nacional?
A quem beneficia tal travão do desenvolvimento, perguntamos nós?
É preciso inverter transversalmente este processo centralizador, de concepções asfixiantes ao desenvolvimento do Poder Local, que, em vez de criar condições para a modernização e rentabilização dos recursos, faz com que se quebre a própria dinâmica de desenvolvimento em prejuízo das nossas populações. O exercício do Poder Local é, temos de o reconhecer, o poder mais próximo dos cidadãos. Ao longo destes 30 anos não foram criadas, efectivamente, condições essenciais e indispensáveis para se concretizar aquilo que é verdadeiramente urgente e necessário, que é a descentralização e desconcentração do Estado para o Poder Regional e deste para o Poder Local, tendente ao desenvolvimento harmónico das populações. O Poder Local encontra-se hoje numa fase de mudança tal que não pode mais inverter o seu curso, tendo de conciliar uma panóplia de prestação de serviços às populações e de um conjunto cada vez maior de solicitações e exigências, que aumentam cada vez mais a necessidade de articulação com o Estado. Recusar o óbvio é retirar a força democrática ao próprio poder instituído. O Poder local deu, e continuará a dar às populações a energia revitalizadora na resolução dos problemas do seu espaço local, que tende a fazer acreditar as classes mais jovens no desenvolvimento do País à dimensão da Região onde nasceram e vivem. Este é, o que nós chamamos, o verdadeiro desenvolvimento sustentado.
A questão central que importa meditar é saber se ao fim deste sinuoso percurso de 30 anos a nossa principal missão no Poder Local foi, de ajudar a gerir um sistema governativo com tendências centralizadoras enquanto integrantes que somos do aparelho do Estado ou se, através da nossa acção contribuímos para o desenvolvimento, mudança e transformação da sociedade. Deixo a resposta a cada um dos meus concidadãos.

F. Guedes (Presidente da Junta)

 

AS NOSSAS MAIORES FESTAS


  

Realizaram-se mais uma vez as festas da nossa Freguesia em honra do nosso patrono São Pedro. Este ano, sob nossa inteira responsabilidade,tomamos a iniciativa de realizarmos os nossos maiores festejos no velho (novo) Relvão. Pela primeira vez, depois de um longo interregno de cerca de 40 anos, ali voltaram a ser realizadas as verbenas de São Pedro como eram então conhecidas e recordadas por gente de meia idade que ali se divertia por altura dos Santos Populares. Na realidade, do nosso ponto de vista, nenhum outro local da nossa Freguesia congrega simultâneamente qualidades tão ímpares para a realização de qualquer festejo, tanto mais do tipo popular como é a característica das nossas festas. O Relvão -Alameda Duque de Bragança - voltou a ser um espaço aberto, frondoso e bucólico, devolvido à cidade e muito especialmente à nossa Freguesia ( havíamo-lo prometido). Agora remodelado e com dignas infraestruturas necessárias á realização de qualquer evento cultural ou recreativo, ainda mais valorizado pela magnífica iluminação cénica subterrânea que parece honrar de noite a beleza diurna das suas centenárias árvores, únicas no seu estilo natural. Que outros e melhores factores poderíamos desejar? Estamos por isso satisfeitos pelo esplendor e magnificência com que as nossas festas decorreram naquele local, alem da ordem e civismo verificados durante toda a festa, reconhecido aliás por toda a comunidade que nos presenteou com a sua visita, e até mesmo pelos mais incrédulos que, antecipadamente, profetizavam a “tragédia”. É caso para dizer que o ” ambiente faz o visitante” já diz o povo que é mais sábio. As nossas festas maiores vêm de ano para ano a aumentar a sua dignidade e estamos mesmo em crer, que a passagem para o Relvão nos trouxe ainda maior qualidade jamais atingida, até agora. A organização, programa e decoração do espaço, da exclusiva responsabilidade da Junta de Freguesia, leva a que hoje se considerem os maiores festejos populares do nosso concelho, não somos nós que o dissemos mas é a imprensa que assim o titula. Ficamos por isso honrados por termos conseguido deslumbrar um espaço há demasiado tempo abandonado e conseguir reviver um passado a que não assistimos, mas que persiste na memória de quem o viveu e assim o identificou. Não podíamos deixar de realizar a habitual Missa Campal que foi concelebrada no Relvão na lindíssima manhã do Domingo do dia 2 de Julho, pelo nosso pároco da Freguesia, Padre José Maria Brum, este ano acompanhada pelo magnífico coro de São Pedro que nos ofereceu este lindo acto de acompanhamento litúrgico. Como sempre não nos esquecemos dos mais jovens e, para isso, contamos este ano com o Coro Juvenil do Conservatório Regional de Ponta Delgada que, integrado no vasto programa das nossas festas, nos ofereceu uma belíssima actuação no Salão Paroquial da Freguesia, sob a batuta da sua Coordenadora Professora Natália Brígida. Contamos ainda com quatro escolinhas de futebol que disputaram um torneio quadrangular no nosso recentemente reformulado estádio Municipal Jácome Correia.

Mas fomos ainda mais longe, porque este ano conseguimos finalmente criar a primeira marcha popular da nossa Freguesia, composta por trinta elementos com idades compreendidas entre os cinco e sessenta anos. Com uma bonita letra e música da autoria do nosso estimado concidadão Sr. Floriberto Melo, foi ensaiada num tempo recorde de apenas 5 dias, com encenação e coreografia da responsabilidade da nossa dinâmica vogal Ana Silva Melo, a todos deslumbrou pela sua graciosidade e exuberância quer no percurso de rua quer na actuação no Relvão. Mas isto só foi possível graças à valiosa colaboração de três colaboradores que não se pouparam em esforços para verem atingidos os nossos objectivos, sendo eles o Sr. Floriberto Melo, a D. Maria de Lurdes de Água Retorta (grande amiga de São Pedro), e a nossa concidadã Nélia Sousa que, com o seu atlier de custura, confeccionou em cinco dias toda a indumentária. A eles o nosso reconhecimento. Assinala-se assim um marco histórico na cultura popular da nossa Freguesia. Que outros valores mais altos se lavantam?

         

 

A NOSSA FREGUESIA EDITADA EM LIVRO


Numa edição que orgulha todos quantos nasceram, vivem ou viveram em São Pedro, está editada pela primeira vez a história da nossa Freguesia. A obra literária, bem ilustrada, que tem por título “São Pedro de Ponta Delgada - Suas Raízes“ é da autoria do nosso malogrado amigo Walter Manuel Pacheco Carreiro. Dizemos amigo porque na realidade assim era. Quem teve a oportunidade de o conhecer e com ele relacionar, ainda que por breves momentos, como foi o nosso caso, ficava desde logo contagiado pela afabilidade da sua personalidade, traduzida na natureza erudita das suas palavras e na realismo que punha do conhecimento da sua memória. Não nasceu em São Pedro, como ele próprio fazia saber, mas foi por aqui que passeou a sua juventude e casou, tendo gravado na sua memória, de forma indelével e acutilante, locais, gestos e atitudes que definem de maneira ímpar a própria identidade da Freguesia.

Sendo a nossa Freguesia terra de eleição do autor, como deixa bem evidente no prólogo do seu livro, e muito especialmente referido na fase final que titula de “Reminiscências”, o infortúnio da vida levou a que não pudessemos partilhar com ele, Walter Carreiro, a divulgação da sua obra literária. A melhor forma de honramos a sua memória e fazer juz à sua obra, é esta Junta ter decidido adoptar como obra literária de referência da nossa Freguesia. Se melhor tributo podemos prestar à obra do autor e sua memória, será lê-la e divulgá-la o mais possível, para que perdure na contemporaneidade dos tempos a divulgação às gerações vindouras, como era seu desejo. Está disponível nesta Junta de Freguesia.

 

BREVES


FESTEJOS CARNAVALESCOS

A Junta de Freguesia não deixou passar em vão esta data, tendo para o efeito incentivado e apoiado um cortejo carnavalesco que evoluiu por algumas ruas da zona da Calheta, cortejo este encorpado por gente de todas as idades demonstrando bem o espírito de vivência e confraternização da nossa comunidade,

 

 

 

EMBELEZAMENTO DO MEIO AMBIENTE

A preservação do meio ambiente traduz-se na forma mais agradável de alimentar nosso espírito no dia a dia das nossas vidas. Por isso defendemos aquela máxima de que “os olhos também comem”. Por essa razão esta Junta não se poupa em esforços do melhor embelezamento possível dos espaços verdes da nossa freguesia. Não só colocamos novos e modernos vasos suspensos nos candeeiros da Av. D.João III, onde se plantaram bonitas petúnias, indo ainda mais longe com a construção de um bonito brasão da nossa freguesia em flores, no espaço verde situado no lado sul da Igreja Paroquial, fazendo gáudio visual a quem o contempla da terra do mar ou do ar. Sendo um trabalho original, da nossa exclusiva responsabilidade, teve o inestimável contributo laboral de dois jovens instruendos do curso de
jardinagem da Escola Secundária das Laranjeiras, que connosco estagiaram e puderam, sobretudo eles, dar asas à imaginação na arte da jardinagem ornamental. Para eles, o nosso apreço pelo inestimável trabalho desenvolvido que fará história no património ambiental da Freguesia.

 

JOGOS TRADICIONAIS

Uma equipa do Rendimento Social de Inserção de Ponta Delgada desenvolveu actividades com as crianças da freguesia, durante as férias escolares. O projecto tem o nome "Semana dos Jogos Tradicionais" e ocorreu no Bairro das Laranjeiras e no Bairro da Levada. Foram promovidos diversos jogos como o lencinho, a cabra cega, a corrida da saca, jogos de equilíbrio e de equipas. O principal objectivo desta equipa foi o de dar a conhecer às crianças os jogos mais populares, mantendo asim a tradição ao longo das gerações e fomentar o gosto por actividades físicas ao ar livre e em grupo, promovendo ainda aspectos importantes de cidadania, como o respeito pelo ambiente e pelos outros. No final as crianças agradeceram e choraram por mais, e foi-lhes oferecido um lanche pela Junta de Freguesia de São Pedro!!!

 

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

Seguindo o princípio que nos norteia, que é o de estabelecer a melhor vivência possível aos nossos jovens da mais tenra idade, futuros homens do amanhã, colaboramos uma vez mais na celebração do Dia Mundial da Criança, com um agradável passeio de lagarta pela nossa cidade a cerca de 70 crianças das nossas creches e jardins de infância. Com vista à melhor vivência possível desta data, a Junta distribuiu T-Shirts, balões,

 

 

DIA MUNDIAL DO AMBIENTE

Uma data importante a celebrar e a memorizar não só na memória dos adultos que mais responsabilidades têm nesta matéria, mas porque acreditamos que é nas crianças que deveremos investir nessa sensibilização, a Junta proporcionou que os jovens dos níveis de ensino primário e pré-primário se manifestassem publicamente com as suas próprias ideias sobre tão importante tema para a nossa qualidade de vida. Foi bonito ver na rua cerca de duas centenas de crianças trajadas com os mais diversos motivos que sensibilizaram os próprios e quem os via, sobre as causas do mau ambiente e da defesa urgente que importa construir para um futuro ambiental melhor.

 

TOPONÍMIA

Mais duas Ruas foram inauguradas na nossa Freguesia sempre em expansão. Desta feita tratou-se de duas perpendiculares à Rua Bento José de Morais (Junto ao Hiper Solmar), às quais foi dado os nomes de João Soares Júnior e Jacinto Pedro Ribeiro, dois grandes pioneiros da Rádio nos Açores (1928-1929 ), que nos honram com a sua designação, proposta pela Comissão Municipal de Toponímia.

 

FESTAS DO ESPÍRITO SANTO

Para que os diversos impérios da Freguesia se realizassem com a maior dignidade possível e desejável, a Junta, como sempre,contribuiu e colaborou na realização dos festejos que ocorreram um pouco por toda a parte. Todavia o nosso maior empenho virou-se para os festejos Municipais que decorreram na nossa cidade de 9 a 11 do passado mês de Julho, mormente no cortejo etnográfico onde a Freguesia se fez representar por um bonito, original e sugestivo carro alegórico, que representava a passagem Bíblica da descida do Espírito Santo aos Apóstolos. Foi com satisfação que vimos premiado o nosso trabalho pelas diversas exclamações de felicitação e regozijo dos nossos concidadãos e para alem deles.

Bonito exemplo de cidadania: Gente anónima enfeitou o fontanário da Mãe de Deus com a imagem de São Pedro para a passagem das marchas populares.

 

 

 

 

 

 

OS POSTAIS DA FREGUESIA

Porque nos é frequentemente solicitado imagens da nossa Freguesia, principalmente pelos nossos emigrantes que nos visitam e gostam de levar consigo algo que recorde as suas origens, decidiu esta Junta elaborar uma colectânea de dez postais ilustrados com os trechos mais significativos da nossa Freguesia. Pensamos, em nosso entender, ter conseguido transmitir a imagem do nosso património que muito nos honra.Estão assim disponíveis na Junta de Freguesia.

    
  
  
  
  

 

INFORMAÇÃO GERAL


RECENSEAMENTO ELEITORAL

Já somos a maior Freguesia dos Açores em recenseamento eleitoral. Mas porque quantos mais formos, maiores serão as comparticipações a receber do Estado, apelamos uma vez mais para a necessidade de se recensear. Dirija-se à nossa Junta de Freguesia e traga o seu BI, com residência na nossa Freguesia . Em em apenas 5 minutos, será emitido o Cartão de Eleitor, que lhe dará direito a exercer o direito de voto.

PRECISAMOS DE SI COMO CIDADÃO ACTIVO NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA NOSSA FREGUESIA

 

INTERNET


Procurando acompanhar novos e mais modernos sistemas informáticos que se traduzam na optimização do serviço público que pretendemos prestar à comunidade, esta Junta actualizou a sua página da Internet que permitirá ao utente e conhecer a história da Freguesia, a sua riqueza patrimonial, social e económica numa visão mais alargada e actualizada.

Os nossos sitios a consultar: www.jfspedro.com e www.ciberjunta.com/saopedro.html

A Junta dispõe ainda do E-mail para qualquer expediente em tempo útil,a ser solicitado ou a solicitar: info@jfspedro.com

 


O HORÁRIO DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO
DE 2ª A 5ª FEIRA
DAS 17H00 ÀS 20H00
E-Mail: info@jfspedro.com
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